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Você sabe o que é a alopecia androgenética?

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A alopecia androgenética é uma condição muito comum nos homens, e você provavelmente a conhece por calvície. Assim como muitas outras doenças dermatológicas, ela possui tratamento. Mas entenda que, apesar do tratamento, nem sempre o quadro pode ser revertido naturalmente.

Por isso, é importante entender a causa do problema para que o tratamento seja o mais eficaz possível.

Alopecia androgenética: causas

Nossos fios de cabelo possuem três fases de sobrevivência: crescimento, repouso e queda. Esse ciclo é natural e quando um fio cai, outro nasce no mesmo lugar. O problema com quem sofre com a queda de cabelo é que os fios se soltam de maneira exagerada e em um espaço de tempo muito curto. Um fio de cabelo demora até dois anos para cair e quem tem a doença sofre com quedas mais contínuas, muitas vezes desacompanhadas da chance de renovação.

Duas causas principais estão relacionadas com os hormônios e a com a hereditariedade. No caso dos hormônios, a testosterona (tanto nos homens como nas mulheres) acelera o processo de miniaturização capilar. Os fios diminuem de tamanho, ficam mais finos, caem e não são renovados.

No caso da hereditariedade, antepassados que tiveram atrofias nos bulbos capilares podem transmitir a característica para seus descendentes. Isso pode estar condicionado também à falta de vitaminas, excesso de oleosidade e até ao estresse.

A queda, tanto em homens e quanto em mulheres, não é instantânea, mas progressiva. As falhas se tornam visíveis e dependendo da idade do surgimento da doença, ela pode ser mais rápida. Nos homens, o problema pode surgir a partir dos 17 anos e nas mulheres é mais comum após o período da menopausa.

Tratamentos

O tratamento para a queda de cabelo pode ocorrer de duas formas: do modo sistêmico ou tópico.

O modo sistêmico é muito indicado se a causa for por distúrbio hormonal, mas nem sempre o uso dos medicamentos é algo tão benéfico. Isso vai de acordo com a gravidade do caso e da análise médica.

Remédios como o finasterida e o dutasterida são muito comuns nesse caso, pois combatem a influência das enzimas que atuam na testosterona para evitar a danificação aos fios de cabelo. O hormônio é reduzido e a recomendação de dosagem irá variar de acordo com cada caso. Lembrando que a automedicação é perigosa, sempre procure um médico para avaliar o seu problema e para que o tratamento seja adequado às suas circunstâncias.

Já no modo tópico, é muito comum o uso de cremes, pomadas e shampoos especializados. Tais produtos agem de modo mais focalizado e não agridem tão fortemente o organismo. Entretanto, são menos absorvidos e por isso, demandam de mais tempo para serem ministrados do que os remédios.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como dermatologista em São Paulo.

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